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Compositor


(1913-1976)

Britten nasceu em Lowestoft, Inglaterra. A sua relação com a música foi uma herança maternal, já que sua mãe era uma cantora amadora. Aos cinco anos Britten já compunha e aos seis escreveu a peça "The Royal Family" - uma história sobre a morte do príncipe John, o quinto filho de George V. Aos 11 anos foi descoberto por Frank Bridge, um compositor que se tinha começado a interessar em estilos mais experimentais. Em 1930, Britten ingressou no Colégio Real de Música, onde estudou piano e composição sob a supervisão de Harold Samuel and Arthur Benjamin. Em 1939, por ser um objector de consciência à II Guerra que rebentou na Europa (um sentimento que se pode constatar em "War Requiem" (1960)), Britten emigrou para os Estados Unidos. Voltou para o Reino Unido em 1942, época em que compôs "Hymn to St. Cecilia" e "Rejoice in the Lamb".
Britten recebeu em vida várias distinções, com especial destaque para o grau de Companheiro da Ordem dos Companheiros de Honra (uma instituição honorária britânica, fundada em 1917 pelo rei George V), em 1952, e membro honorário da Ordem de Mérito, em 1965 - uma instituição honorária britânica que tem apenas 24 lugares e que foi fundada em 1902 pelo rei Edward VII. Recebeu o Prémio Ravel do Governo francês e a entrada da Enciclopédia Britânica trata-o por Barão Britten - uma honra que, entre o mundo da música, apenas ele teve direito.
Outros trabalhos importantes: "Peter Grimes" (1945), "A Young Person''s Guide to the Orchestra" (1946), "Billy Budd" (1951), "The Turn of the Screw" (1954), "A Midsummer Night''s Dream" (1960), "Curlew River" (1964) e "Death in Venice" (1973).