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Por Mariana Mata

Em estreia mundial a assinalar o Dia Mundial do Teatro, Nuno Carinhas, director do Teatro Nacional de São João, e Fernando Mora Ramos, do Teatro da Rainha, co-encenam a peça homónima do dramaturgo e crítico francês Jean-Pierre Sarrazac, "uma parábola da crise económica, social, política que atravessamos hoje na Europa", nas palavras do próprio autor.


Nela, um "Job moderno sem 'job' (…) vê chegar, no pesadelo de uma noite, um presente sem presença de vida" e tenta enganar o diabo no seu próprio jogo. É João Baptista – JB para os amigos –, um Job contemporâneo "sonhador-construtor de resistências" vistas como "a última possibilidade humana".
 
Numa peça que o autor define como "um acordo entre Deus e Satã",  em versão "muito livre", ou até "libertária", de "O Livro de Job", da Bíblia, onde o "diabo tem permissão para infligir sofrimento a Job, porém sem o matar", faz-se um "retrato tragicómico e grotesco da era de todas as incertezas – a nossa".

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