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Por PÚBLICO

A Companhia de Teatro do Algarve repõe a peça estreada em 2003 sob o título “Flória Emília Saúda Aurélio Agostinho Bispo de Hípona Régia”. Luís Vicente regressa, assim, à encenação deste espectáculo, agora com título simplificado, que adapta a “A Vida é Breve” de Jostein Gaarder, com citações de “Confissões” de Santo Agostinho e inspiração em “Santo Agostinho”, de Teixeira de Pascoaes.


A carta em questão é a “Codex Floreae”, supostamente escrita pela amante de Aurélio Agostinho de Hípona, Flória Emília (Glória Fernandes), em finais do século III. Nela, Flória questiona o filósofo e teólogo cristão Santo Agostinho (Luís de A Miranda), seu companheiro de 15 anos que entretanto se tornou bispo, sobre as razões que levam Deus a ser cruel com os homens, ao ponto de separar duas pessoas que se amam.

 

Flória, a mulher que se recusa a acreditar num Deus que condena ao fogo eterno, argumenta e coloca em causa os fundamentos da Igreja Católica que o próprio Santo Agostinho ajudou a construir.

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