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    Teatro

    A Morte de Danton

    • ©Jorge Gonçalves
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Por PÚBLICO

Georg Büchner à luz de Jorge Silva Melo, numa “peça política para tempos conturbados”. Uma obra clássica alemã que, em 1835, problematizava com alarmante pessimismo o fracasso da Revolução Francesa.


“A Morte de Danton” foi considerada pela crítica como o primeiro drama realista alemão. Para o encenador, esta produção dos Artistas Unidos, inserida no âmbito da Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura, é uma peça "desequilibrada, insólita, premonitória, desarrumada, desalinhada — em que às cenas de multidão se sucedem as insónias mais íntimas, em que a História é vista como um pesadelo nocturno”.

+ no Ípsilon | Revolução ou morte

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