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Por Sílvia Pereira

Atenções literárias concentradas na Póvoa de Varzim: as Correntes d'Escritas fazem-se anunciar pela cidade no sábado, dia 15, com "Vozes transeuntes nas ruas da poesia". Na terça-feira, dia 18, começam as exposições, os lançamentos de livros e as conversas.


Mas a abertura oficial é no dia seguinte. com destaque para a conferência do arquitecto Álvaro Siza Vieira (às 15h) e para a primeira de dez mesas, em que Álvaro Laborinho Lúcio, António Colinas, Germano Almeida, Hélia Correia e Marta Bernardes discutem por que "Já não (se) salva a literatura" (às 17h30).

Perto de cem autores – 30 em estreia – de 14 nacionalidades passarão pelo festival. Entre eles estão Afonso Cruz, Gonçalo M. Tavares, Jaime Rocha, José Luís Peixoto, Juan Gabriel Vásquez, Luísa Costa Gomes, Mário Lúcio, Raquel Ochoa, Ricardo Araújo Pereira, Valter Hugo Mãe e, em representação da literatura catalã, a que esta 21.ª edição dá particular enfoque, Clara Usón, Laia Martínez i López, Marta Orriols, Melcior Comes, ​Najat El Hachmi e Tina Vallès.

Fora da corrente principal, há lugar para cinema, música, acções formativas, uma feira do livro e actividades para crianças e famílias. O festival entra ainda pelo comércio adentro: não se espante se entrar numa sapataria e ela estiver transformada, por uns dias, também numa livraria.

Programa completo aqui.