Guialazer

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Por Sílvia Pereira

"Uma semana a falar da mentira, para pensar a(s) verdade(s)”. Falaciosa ou não, é esta a premissa da Fake Week.


Concebida e coordenada por Inês Barahona e Miguel Fragata, pretende esmiuçar o significado desse "fake" que entrou dicionário adentro e que tanto serve para qualificar jornalismo como política, publicidade, filosofia ou até ciência.

Um painel de especialistas em várias áreas dá "Falsas Conferências, Verdadeiras Conversas". Um ciclo de cinema mostra como se pode "Falar a Verdade a Mentir". Num plano mais prático, uma série de oficinas ensina a filtrar a informação e a fazer verificação de factos. No "workshop" "Engana-me Que Eu Gosto", a aprendizagem é outra: criar e difundir conteúdos falsos.

À Fake Week não falta sequer um momento de detecção de mentiras: em "Crime, Disse Ela", um técnico forense conduz a análise detalhada dos testemunhos prestados por quatro actrizes que encarnam uma mulher suspeita de homicídio. É "só" desmascarar.

Programa completo aqui.