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Por Sílvia Pereira

O FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, que há muito extravasou a península que lhe dá nome, lança na sua 42.ª edição um olhar sobre o Brasil.


Quer "constituir-se como um lugar de resistência", explica o director artístico, Gonçalo Amorim, para ir ao encontro de "artistas que lutam pela descolonização do pensamento" num contexto de grande tensão política e social.

A preocupação é partilhada com o festival DDD - Dias da Dança, com o qual o FITEI se alinha este ano pela primeira vez (especialmente na primeira semana, em que os seus programas se cruzam).

Para abordar o tema "Brasil Descolonizado", vêm ao FITEI criadores como Felipe Hirsch, Renato Livera, Grace Passô, Luciana Lara, Daniele Avila Small ou Marcio Abreu, a que se juntam outros como o argentino Federico León, a uruguaia Marianella Morena ou os portugueses Lígia Soares, Jonathan Saldanha e Martim Pedroso.

Debates, conversas, oficinas, exposições, concertos e festas complementam a oferta teatral.