Guialazer

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Por Sílvia Pereira

Marina Abramovic recupera nas Carpintarias de São Lázaro "Spirit House", a instalação que montou num matadouro das Caldas da Rainha há 22 anos. Angélica Liddell leva ao Mosteiro de Tibães a primeira visão de "Lo frío y lo cruel". Pedro Barateiro faz "A Viagem Invertida" a minas de lítio no D. Maria II. Yolanda Norton põe a igreja lisboeta de St. George a "rezar" pelo empoderamento das mulheres negras com "Beyoncé Mass". William Forsythe mostra "Alignigung 2" em três museus. O Coro Gulbenkian vai ao Lux cantar Stockhausen.


Cabe tudo isto – e muito mais – na segunda BoCA - Biennial of Contemporary Arts. Com John Romão como director artístico, reinveste nas artes performativas e visuais, insiste na diluição das fronteiras entre disciplinas e desafia artistas a saírem da sua zona de conforto.

São mais de 50 a ocupar 37 espaços de Lisboa, Porto e, este ano, também Braga, ao longo de mês e meio, com direito a 22 estreias mundiais e 15 nacionais.

Programa completo aqui.