Guialazer

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Por PÚBLICO

Foi lançado em 2011 com o objectivo de mostrar novas tendências da música feita em Portugal. A experiência resultou tão bem que já vai na oitava edição. Ao todo, são 24 concertos em palcos que podem ir do castelo às ruas, com passagem pelo Museu de Lamego ou a adornada Capela de Nossa Senhora da Esperança.


Para começar, o festival promove o encontro ambiental-telúrico entre Ulnar e Sal Grosso. Segue-se uma incursão ao "dirty garage world jazz" do trio Zarabatana via "O Terceiro Corno" e às explorações vocais de Dullmea (Sofia Faria Fernandes).

O segundo dia está entregue aos cruzamentos de hip-hop e jazz praticados pelos Mazarin, à dança alimentada pela dupla Terra Chã, às canções de Mafalda "Mathilda" Costa, ao jazz-rap-spoken-word dos Gume, ao noise-rock do projecto Sereias e às electrónicas fusionistas de Inversos (Ricardo Fialho).

Segue-se um dia para dar atenção às explorações sonoras de André Gonçalves, à veia kraut das Savage Ohms, à estética kitsch de David Bruno, ao tom "arty" e algo desconcertante dos Nu, às misturas hip-hop, dub e punk feitas por Ângela Polícia (Fernando Fernandes), às electrónicas dos Mutual e ao queer-core-punk-pop do grupo Vaiapraia & As Rainhas do Baile.

O último dia começa com os Lavoisier a transformarem a música tradicional portuguesa e termina com o acid-tecno dos 2Jack4u. Entre eles, ouvem-se as explorações psicadélicas dos Paisiel, o garage dos Moon Preachers, o toque progressivo dos Bardino, O Carro de Fogo do trompetista Sei Miguel, o "flow" de Allen Halloween e Scúru Fitchádu, projecto de Sette Sujidade.