Guialazer

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Por PÚBLICO

Embora tenha sido interrompido em diferentes fases, não se livra do estatuto de festival português com raízes mais antigas. Nem do título de "Woodstock português" que carrega desde os anos 1970. É de um cartaz dominado por veteranos que se faz a edição deste ano.


No primeiro dia, Peter Murphy, o chamado "padrinho do rock gótico", regressa ao festival para celebrar os 40 anos da sua banda, os Bauhaus. Antes, os Pretenders cruzam o novo álbum, "Alone", com êxitos como "Don't get me wrong" ou "I'll stand by you", enquanto os Human League recordam sucessos "synth-pop" e os PiL (Public Image Ltd) de John Lydon retornam ao pós-punk. Plastic People e Cavaliers of Fun abrem a noite.

No dia seguinte, depois de uma prolongada ausência dos palcos portugueses, os Incubus trazem a Vilar de Mouros o novo álbum, "8", numa noite que conta também com o electro-indie-rock herdeiro dos Joy Division praticado pelos Editors (via "Violence"), o "Superscope" de Kitty, Daisy & Lewis, o "Radio Gemini" de David Fonseca, os GNR em revisão de carreira e as canções registadas em "Skank" por Scarecrow Paulo.

John Cale, que tem lugar cativo no Olimpo dos mais influentes músicos do rock alternativo (especialmente como fundador dos Velvet Underground) é dos mais aguardados do último dia. O galês actua depois do cantautor português Luís Severo e antes dos veteranos Los Lobos, dos belgas dEUS, dos britânicos James e dos compatriotas Crystal Fighters.