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Três anos depois da última edição, o Braga Festival regressa com novas propostas electrónicas e multimedia que têm uma função comum: divulgar novos processos de criação, entre concertos, performances, workshops, DJ set e conferências. De 26 a 28 de Maio, a cidade recebe um extenso programa musical que inclui nomes como Monolake, Pierre Bastien, Silvério e Teamtendo.


A primeira noite centra-se na produção portuguesa, com destaque para os Mécanosphère, que Adolfo Luxúria Canibal partilha com o francês Benjamin Brejon, e para as explorações de Post-Mortem Reflex, projecto de Nerv. A não perder também o cine-concerto que reúne TatsuMaki ("one man show" de Marco Pereira) e o cineasta Edgar Pêra. As batidas ficam por conta de Vivax, Nisios e R.U.M. Soundsystem (da Rádio Universitária do Minho, presente todos os dias).

O cartaz de 27 de Maio vale pela presença do francês Pierre Bastien e pela curiosidade sobre os Teamtendo. São dois franceses que fazem música - adivinharam! - com Gameboys. Não menos curiosa é a performance de Antonio Contador. Que conta ele? Histórias com brinquedos-instrumentos. O cartaz fica completo com o DJ Aï (dos Teamtendo), o israelita Ran Slavin, os portugueses Paulo Raposo, TAM ("alter-ego" de João Santos), DJ Kenny Killer e a dupla +1.

O último serão presta-se às derivações e inovações sonoras de Monolake (do alemão Robert Henke), de HP.Stonji (do austríaco Hans Platzgumer e do alemão E.Stonji), do mexicano Silvério (machismo ao alto), dos espanhóis Viktor Flores, Sinsalaudio Soundsystem e Plumb & Plumber e dos portugueses Outersites V3, Pedro Tudela, Ana, Manu e Maruti 800.

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