Guialazer

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Por Sílvia Pereira

Em Torres Vedras, a animação vem da memória histórica, com pontes para o presente e geografia alargada. É ano de Novas Invasões, o festival bienal que recria os tempos em que as Linhas de Torres contiveram o avanço dos exércitos franceses.


Inclui reconstituições como o mercado oitocentista e suas 80 bancas, o hospital de campanha com as histórias de quem ali chega do campo de batalha, as demonstrações militares, as ceias, o cortejo de abastecimento ao castelo ou a venda de comes e bebes por aguadeiras e vivandeiras.

Mas vai mais longe. Entre teatro, dança, música, marionetas, contos, jogos tradicionais e outras actividades, traz mais de uma centena de propostas, de artistas de várias nacionalidades.

Sobressai a Alemanha, que sucede ao Chile e ao Japão como "país-invasor" convidado. Faz-se representar em experiências gastronómicas, "workshops" de caligrafia e danças tradicionais, exposições, cinema, poesia e espectáculos como "Sonnambulo", do Theater Titanick; "Tao", de Photini Meletiadis; ou "Nonna(s) Don't Cry", do Dírtz Theater.