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Por Sílvia Pereira

O momento é para "esquecer que a matemática só existe no quadro preto, nos grandes teoremas e cálculos intermináveis". O objectivo é “vivê-la, senti-la, experienciá-la, rir com ela e sentirmo-nos desafiados". É esta a nota de intenções da Feira da Matemática, que, pelo quinto ano consecutivo, promete tirar o desinteresse e o insucesso da equação.


Aqui, os números são aplicados a jogos, desafios, concursos, exposições, leituras, teatro, circo e até um espectáculo de "Fado Mathematico", sem esquecer uma homenagem ao grande divulgador norte-americano Martin Gardner (1914-2010), que sempre encarou a matemática menos como uma disciplina e mais como um divertido e desafiante quebra-cabeças.

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