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    Feira do Livro de Lisboa 2018

    • Ana Banha (Arquivo)
    • Adriano Miranda
    • Adriano Miranda
    • Luís Pó (Arquivo)
    • Luís Pó (Arquivo)
    • Miguel Manso
    • Joana Freitas (Arquivo)
    • Miguel Manso
    • João Gaspar (Arquivo)
    • João Gaspar (Arquivo)
    • João Gaspar (Arquivo)
    • João Gaspar (Arquivo)
    • Joana Freitas (Arquivo)
    • Joana Freitas (Arquivo)
    • João Gaspar (Arquivo)
    • Daniel Rocha
    • Miguel Manso
    • Luís Ramos (Arquivo)
    • Joana Freitas (Arquivo)
    • Miguel Manso
    • Joana Freitas (Arquivo)

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Por PÚBLICO

A Feira do Livro de Lisboa tem vindo a bater recordes ano após ano e a 88.ª edição não será excepção: anunciada como a maior de sempre, conta com um total de 294 pavilhões. No cerne mantêm-se os lançamentos de obras, os encontros com escritores e, claro, os preços especiais. Mas há muito que a feira deixou de ser apenas um mercado.


A páginas tantas, tornou-se uma tradição familiar, um ritual pré-festas alfacinhas e, nos últimos anos, uma experiência (ou várias) para extravasar a literatura. A organização – da APEL - Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e da Câmara Municipal de Lisboa – reinveste numa intensa programação paralela que toca áreas diversas e abrange toda as idades. Exemplo disso é o regresso do "Acampar com Histórias", que convida os miúdos a pernoitarem na feira com contos à cabeceira, e a renovação do pedido ao público para que traga livros usados para doar ou (novidade desta edição) contribuir para a campanha Papel por Alimento. Reforçada surge também a oferta de restauração, com 40 espaços onde a tradicional fartura convive com propostas "gourmet" e, este ano, também com petiscos e tapas.