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Eu vou (2 Pessoas vão a este evento)

Por PÚBLICO

O saudoso parque alfacinha de diversões volta a assentar arraiais em Entrecampos. A nostalgia fica e, como os feirantes ainda não desistiram, a Feira Popular volta, pelo quinto ano consecutivo, a receber visitantes na quadra natalícia.


Durante dois meses, estão de volta atracções como a casa dos espelhos mágicos, a roda gigante (com 18 metros), uma superpista de carrinhos de choque, um hipercarrossel que faz voltas em oito e um pavilhão de matraquilhos. Ao todo, são 30 equipamentos, incluindo restauração com comida rápida como pão com chouriço, bifanas, cachorros, hambúrgueres ou caldo verde e delícias como farturas, pipocas ou algodão doce. Além das diversões, no espaço estará também o Circo Chen, cuja família é uma das organizadoras do evento.

No dia 29 de Novembro, assinala-se o dia do euro, no qual as fichas para entrar em cada carrossel custam essa quantia por pessoa, à excepção do trampolim radical e dos jogos de perícia.

Fundada há 60 anos para financiar a obra social da Fundação "O Século", a Feira Popular de Lisboa começou por se instalar em Palhavã, onde hoje se encontra a Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1961, seria transferida para Entrecampos, onde se manteve até ser encerrada, em 2003. O local tem estado ao abandono. O futuro da feira, por seu lado, permanece incerto, apesar dos muitos projectos de relocalização que têm sido debatidos.