Guialazer

Eu vou (0 Pessoas vão a este evento)

Por Sílvia Pereira

O músico Marco Franco, que já tinha passado da bateria ao piano, passa agora a apresentar-se também como artista visual, na sua primeira exposição individual, que tinha sido suspensa em Março por causa da pandemia.


É no campo musical que o seu nome mais ressoa, seja enquanto elemento de projectos como Mikado Lab ou Montanhas Azuis, compositor para palcos e cinema ou baterista rendido ao piano num álbum chamado "Mudra", entre outras notas curriculares. Menos conhecida é a sua faceta de artista visual, a que esta exposição vem dar visibilidade. 

Tem curadoria de Natxo Checa e é composta por cerca de cem trabalhos em papel produzidos por Franco nos últimos cinco anos.

A nota de imprensa da galeria anfitriã, a lisboeta Zé dos Bois, descreve-os como fruto "da experimentação e repetição em exercícios de registos gráficos, realizados de modo quase compulsivo", num cruzamento de "gestos caligráficos e melódicos".

Com inauguração originalmente prevista para 13 de Março, a exposição acabou por ficar suspensa pelo estado de emergência. Agora, está de volta à agenda, com data estendida para compensar a interrupção.

A entrada é gratuita mas não está livre dos constrangimentos que o momento exige: máscara obrigatória, distanciamento social e recomendação de desinfecção das mãos (o gel é disponibilizado à entrada).