Guialazer

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Por PÚBLICO

Inspirado no poema de Emily Dickinson, o título da exposição evoca a infinitude do cérebro humano. Do papiro egípcio ao quadro de Bridget Riley, passando por modelos tridimensionais, uma orquestra de cérebros, documentos e robôs, toda a forma de representar ou observar a mente é permitida.


O convite, extensível a toda a família, é para descobrir "a sua origem, a complexidade da mente humana, os desafios das mentes artificiais".

No começo desta viagem comissariada por Rui Oliveira está "Self Reflected", uma instalação imersiva de Greg Dunn, com ambiente sonoro de Rodrigo Leão, que "conduz o visitante para dentro de um cérebro".