Guialazer

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Por PÚBLICO

Esculturas concebidas para... viver no ar. Trata-se de uma instalação "site-specific" e imersiva de um artista argentino que se tem dedicado, através do projecto "Aeroceno", ao estudo do potencial habitacional de estruturas aéreas: Tomás Saraceno, vencedor do Prémio Calder em 2009.


Com curadoria de Pedro Gadanho e Rita Marques, não é um mero exercício utópico-futurista. É também científico. Saraceno trabalha com instituições como o MIT ou a NASA. Alimentadas por energia solar, radiação infravermelha ou diferenças de temperatura, as suas peças já mostraram poder deslocar-se, transportar pessoas e até transformar-se em aglomerados habitacionais (as suas "Cloud Cities").