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Instalação de Samuel Rama no Teatro da Politécnica (foto de montagem) Susana Pomba
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Instalação de Samuel Rama no Teatro da Politécnica (foto de montagem) Susana Pomba
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Instalação de Samuel Rama no Teatro da Politécnica (foto de montagem) Susana Pomba
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Instalação de Samuel Rama no Teatro da Politécnica (foto de montagem) Susana Pomba
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Instalação de Samuel Rama no Teatro da Politécnica (foto de montagem) Susana Pomba
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Instalação de Samuel Rama no Teatro da Politécnica (foto de montagem) Susana Pomba
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O artista Samuel Rama durante a montagem Susana Pomba
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A sala preta do Teatro da Politécnica, rodeada pelo Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, recebe uma instalação que utiliza terra - do artista Samuel Rama.
Reflexões sobre a paisagem. Samuel Rama (n.1977, Coimbra) investiga mais uma vez a "paisagem, temporalidade e ligação com a terra" através de uma instalação que pensa o conceito de "Megaparsecs", ou seja, uma unidade de medida utilizada para uma área excessivamente grande (por exemplo, 10 milhões de anos-luz equivalem a 3 megaparsecs). Rama refere também o filme "Powers of Ten" de Charles e Ray Eames - "o infinitamente grande parece equivaler-se ao infinitamente pequeno, os enxames de galáxias parecem grãos de poeira cintilante no meio do negro".