-
André Derain, Natureza-Morta (1938-1943)
-
Paul Cézanne, Natureza-Morta com Pote de Gengibre e Beringelas (1890-1894)
-
Paul Cézanne, Maçãs e Laranjas (1899)
-
Paul Cézanne, Natureza-Morta com Maças (1878)
-
Édouard Vuillard, Natureza-Morta com Salada (1887-1888)
-
Pierre Bonnard, Natureza-Morta (1922)
-
Juan Gris, Tabuleiro de Xadrez, Copo e Prato (1917)
-
Henri Matisse, Natureza-Morta, Ramo de Dálias e Livro Branco (1923)
-
Claude Monet, Natureza-Morta (1872)
-
Paul Gauguin, Natureza-Morta com Leque (1889)
-
Pablo Picasso, Natureza-Morta com Copo e Pacote de Tabaco (1922)
-
Odilon Redon, Natureza-Morta (1901)
-
Salvador Dalí, Telefone Afrodisíaco Branco (1936)
-
Vincent van Gogh, Cesto de Limões e Garrafa (1888)
-
Vincent van Gogh, Natureza-Morta com Prato de Cebolas (1889)
-
Vincent van Gogh, Ramos de Castanheiro em Flor (1890)
-
T. 217823000
Lisboa, Fundação e Museu Calouste Gulbenkian - Avenida de Berna, 45A
Pintura. Nos últimos três dias (6, 7 e 8 de Janeiro), a exposição encerra às 23h00. No Sábado e Domingo (7 e 8 de Janeiro) a entrada será gratuita.
Eu vou (0 Pessoas vão a este evento)
Segunda parte da extensa mostra que se debruça sobre o género da natureza-morta na Europa. Grandes nomes em exposição: Picasso, Dali, Cézanne, Renoir, Van Gogh ou Monet.
Depois da exposição de 2010, a natureza-morta volta à Fundação Gulbenkian, sendo que o período abordado desta vez vai da modernidade do século XIX ao início do século XX. O espectador poderá testemunhar as evoluções e alterações deste género específico e tradicional ao longo daquele hiato temporal através de 93 obras, de 70 artistas, vindas de museus e instituições de todo o mundo. Uma oportunidade única para ver obras-chave da história da arte de autores como Picasso, Van Gogh, Manet, Duchamp ou Matisse.