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Ramiro Guerreiro constrói nos diferentes espaços do Pavilhão Branco, "salas" que podem ser utilizadas pelo espectador, e que falam de um outro tempo. Até 4 de Setembro no Museu da Cidade de Lisboa.


"Sala de Leitura", "Grelhagem sobre abertura pré-existente", "Sala para Performance" e "Gabinete de Projecto". Estas são as quatro instalações que o público pode percorrer no Pavilhão Branco. A meio do segundo andar, ainda podemos ver uma "Zona de Transição". As peças de Ramiro Guerreiro (n.1978, Lisboa) fazem referência ao espaço onde se inserem e também a projectos de arquitectura de outro tempo - uma ideia utópica de uma rampa para o próprio pavilhão branco, cartas antigas, locais onde podemos "performar".

S.Po. (PÚBLICO)