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O Museu Nacional de Arte Antiga tem cara lavada. Salas renovadas, mais luminosas, recebem a pintura e as artes decorativas europeias da colecção do museu.


Um novo percurso. Agora, ao virarmos à direita, depois de subirmos as escadarias do museu, temos a pintura europeia. Um acesso mais adequado - a requalificação do andar nobre do Palácio Alvor (onde está instalado o MNAA) implicou a alteração do percurso da exposição permanente. Nova cor nas paredes e painéis, que tornam as salas mais luminosas e recebem a colecção do museu de outra forma. Está lá a colecção de pintura, e foram repostas as peças fundamentais de Artes Decorativas europeias.

 

Desde 1994, altura em que as salas receberam alterações estruturais desenhadas pelo arquitecto João de Almeida, que o museu mantinha-se inalterado. Agora, em 2008, o projecto é assinado por Célia Anica.

 

Duas das salas tiveram tratamento especial: aquela onde se encontra o tríptico "As Tentações de Santo Antão", de Bosch, e o salão nobre com tapeçarias flamengas, esculturas cerâmicas dos Della Robbia e uma mesa italiana de pedras duras.

 

Todas as salas têm nova sinalética e pontos de documentação que dão informação sobre as obras ao visitante. A sala 50 destina-se a receber exposições temporárias de desenho e gravura.

 

S.Po.(PÚBLICO)