Guialazer

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Por Sílvia Pereira

A celebração dos 50 anos do Maio de 1968 motivou a reflexão da bailarina e coreógrafa Né Barros. A questão "O que é uma revolução e quais as revoluções pelas quais estamos à espera?" foi o ponto de partida para o seu novo projecto.


Combinando dança, imagem, instalação e música – neste campo, com o contributo dos colectivos Häarvol e Digitópia –, configura-se como um espectáculo em camadas que oferece cenários possíveis e ensaia possibilidades.

Explica a criadora que "o trabalho evolui de uma utopia (corpos movem-se em direcção ao lugar onde tudo é possível, o palco) ao trauma (o retorno ao corpo através da nudez), que caracteriza muitas vezes o pré e o pós-revolução".