Guialazer

Eu vou (0 Pessoas vão a este evento)

Por Sílvia Pereira

Um livro, um iPad e um velho piano eléctrico. Foi em torno destes materiais que se reuniram, durante o confinamento, Adolfo Luxúria Canibal e Marta Abreu, velhos mas breves cúmplices da "Primavera de Destroços" dos Mão Morta.


Ele lia poemas; ela construía a arquitectura sonora. Já saíram de casa para concretizar o projecto ao vivo, como aconteceu em Aveiro, em Setembro. Mas agora fazem-no com um bónus em mãos: "Goela Hiante", o recém-lançado álbum conjunto.