Guialazer

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Por Sílvia Pereira

Vinte e um anos depois de "Maritmo" e onze após "Maré", Adriana Calcanhotto salta para "Margem" e fecha a trilogia marítima.


A inspiração é a mesma; a preocupação, diferente. Se os dois primeiros discos navegavam no campo mitológico ou metafórico, este ancora-se numa declaração de consciência ambiental. Canções, vídeos e capa (onde Adriana surge numa fenda num mar de lixo de plástico) sustentam a ideia de que "os oceanos não são mais os de 20 anos atrás e essa tragédia estava há muito anunciada".